30 de jun de 2009

Amor não exigente




Amigos, seguidores e visitantes,

Ando um tanto ausente e prolongarei minha ausência por mais umas semanas. Peço desculpas a todos por tê-los visitado pouco ultimamente, bem como não comentar nos seus blogs e retribuir as visitas. Por motivos pessoais não estou na ativa da blogosfera.

O meu muito obrigada pelas visitas, comentários e carinho. Para demonstrar o meu respeito e estima por todos vocês, deixo aqui trechos de uma poesia de Fátima Irene:

Amor não exigente

É sublime amar assim,
Sem poder se ver.
É o amor manifesto
Com outra expressão.
É sublime amar assim,
sem nada querer.
Talvez seja esta
uma legítima afeição.


Não nos pertencemos
e no entanto, nos temos.
Nada esperamos (...)
Mas, lá no cerne
do que queremos,
sobrevive a tênue esperança
de que ainda nos veremos.

São longínquas esperanças,
remotos anseios...
mas não temos vivido destes devaneios?
Quando o amor é grande
a gente não esquece (...)
“É que o coração tem razões,
que a própria razão desconhece”.

Essa é a maneira que encontrei de dizer que também amo meus amigos virtuais.

Até breve...

Beijos na Alma,
Simone Anjos

Poesia de Fátima Irene, do Livro "Ecos da Alma - Antologia", pg.31.
Imagem: http://www.dreamstime.com/red-rose-imagefree



29 de jun de 2009

Família


Vou começar essa “historinha” com uma pergunta: Você sabe o que significa família em inglês? Se você não sabe leia até o fim para encontrar a resposta; se sabe, ao menos relembre os valores e diga aos seus familiares o quanto você os ama.

Tropecei em um estranho que passava e lhe pedi perdão.

Ele respondeu: “Desculpe-me, por favor; não a vi”.

Fomos muito educados, seguimos nosso caminho, nos despedimos.

Mais tarde, estava em casa a cozinhar e meu filho veio muito perto de mim. Ao me virar quase esbarro nele, imediatamente, gritei com ele; que se retirou sentido, sem que eu notasse quão duro que lhe falei.

Ao deitar-me Deus (ou minha consciência) me disse suavemente:

“Tratastes a um estranho de forma cortês. Mas destratastes o filho que amas. Vá à cozinha e encontrarás umas flores que ele cortou e te trouxe; rosas, amarela e azul. Ele estava calado para te entregar a surpresa e ao magoá-lo você não viu as lágrimas que chegaram a seus olhos”.

Senti-me miserável e comecei a chorar. Suavemente me aproximei de sua cama e lhe disse:

“Desperta pequeno! Desperta!

São estas as flores que cortastes para mim? “

Ele sorriu e respondeu:

“As encontrei junto de uma árvore e as cortei porque são bonitas como você, em especial a azul.”

Filho! Sinto muito pelo que disse hoje, não devia gritar com você.

Ele amorosamente respondeu: “está bem mamãe, te amo de todos os modos”.

“Eu também te amo e adorei as flores, especialmente a azul...”

Entenda que se morreres amanhã, em questão de dias a empresa onde trabalhas cobrirá o seu posto. Mas a família que deixamos sentirá a perda pelo resto da vida.

Pensa neles, porque geralmente nos entregamos mais ao trabalho que a nossa família. Será que não é uma inversão pouco inteligente?

Então, que há por trás desta história? Sabes o que significa família em inglês?

FAMILY:
“Father and Mother I Love You”
(Papai e Mamãe eu os amo)

(Autor desconhecido)


Essa história simples nos faz refletir, “em português mesmo”, que a nossa FAMÍLIA é o nosso porto seguro, e as pessoas que mais nos amam nesse mundo são os nossos pais, nossos filhos, nossos avós... Muitas vezes nos magoamos, mutuamente, e vamos cada um para o seu quarto em silêncio, sem darmos oportunidade de pedir desculpas. Portanto, aproveitemos cada ocasião para dizer aos nossos familiares que eles são as pessoas mais importantes e que os amamos...

Beijos na Alma,
Simone Anjos

PS: Com os devidos créditos para o desconhecido autor.

Imagem: Portal da Família

22 de jun de 2009

Somos Luz


O Divino Escultor esculpiu nossa imagem-forma na Luz.

Sorrindo, Ele disse dentro de cada espírito:

“Você ocupará muitas formas na existência, terá vários rostos e corpos, de cores e formatos diferentes, mas a sua verdadeira face é a da Luz”!


Porém, o tempo passou, e nos identificamos com as diversas formas não só físicas, mas, também, com aquelas mentais e emocionais.

Passamos a viver e agir nas formas, mas sem sentir o Espírito em nós.
Passamos a viver de forma vazia, sem sentido e sem profundidade.

Apegamo-nos demais às formas moldadas e condensadas nas energias da natureza, e mesmo quando elas se desgastam, e o seu uso não é mais possível, ficamos meio perdidos, e chorando sobre a referência externa com a qual nos identificávamos tanto.

Foi por isso que o sábio Jesus disse:

“Deixem que os mortos enterrem os seus mortos”!

O Rabi estava certo:

Quem anda com o espírito entorpecido nas ilusões sensoriais do mundo e acha que é só isso que existe, na verdade está morto de raciocínio, percepção e espírito.

Confundir a Luz do espírito com a casca abandonada é o mesmo que confundir a roupa com quem a veste.

Se é necessário respeitar o invólucro carnal abandonado, pois era morada do espírito em ascensão, é mais necessário, ainda, respeitar o próprio espírito, essência imperecível e dotado de todos os potenciais celestes.

E nenhum espírito, em época alguma, jamais foi seguro pelo caixão ou pelo solo onde o seu corpo ficou sendo transformado em outras energias pela generosa Mãe Terra.

Aos corpos que ficam na Terra, o nosso muito obrigado, por tudo o que aprendemos por intermédio deles. Porém, somos espíritos com a face da Luz!

Somos forma e semelhança da Luz, pois não somos animais vertebrados, somos consciências imperecíveis. Somos a cara de Deus!

Não somos brancos, negros, amarelos ou vermelhos. Não somos nem mesmo terrestres, pois qualquer espírito é egresso de outros planos sutis, não - físicos.

Portanto, somos extraterrestres, pois terrestres são apenas os corpos que ocupamos temporariamente.

SOMOS LUZ!

Enquanto os “mortos enterram os seus mortos”, os espíritos continuam vivendo além...

Os primeiros olham as tumbas e choram a ilusão de suas referências apenas físicas; os últimos olham as estrelas e alçam vôo para outras paragens.

E lá em cima não há nenhum número de tumba como referência, nem esquifes enterrados para alguém se guiar na dor de sua perda ilusória.

O que tem mesmo é uma infinidade de espíritos vivos, todos com a cara de Deus!

O Divino Escultor esculpiu nossa imagem-forma na Luz.

Portanto, façamos jus a essa LUZ.

SEJAMOS LUZ!

(Autor: Warner Borges).


Recolha-se em silêncio, no seu templo interior, e medite sobre essa linda mensagem, espero sinceramente que ela toque em seu coração.

Beijos na Alma,
Simone Anjos

Conheça o trabalho de Wagner Borges.
Imagem: http://petrapavlak.multiply.com/photos/album/15/15#4

11 de jun de 2009

Declaração de Amor



Eu te amo do amanhecer ao anoitecer e mesmo
quando durmo, ainda te amo.

Eu te amo nas três dimensões, nas quatro luas, nos quatro elementos, nas quatro estações, nos quatro pontos cardeais.

Eu te amo nos cinco sentidos, nas sete cores do arco-íris, nas sete notas musicais, nos doze signos do zodíaco, em tudo o que existe eu te amo cada vez mais.

Eu te amo na procela e na calmaria, em todos os Josés e Marias, nos infantes, não anciões, nos amigos, inimigos e irmãos... eu te amo em toda a criação.

Eu te amo no caos aparente ou na mais perfeita estrutura... eu te amo como o próprio criador ama a sua criatura.

Eu te amo no vento que vem do norte, na linha do horizonte, na pequena fonte, nas nuvens grávidas de chuva... eu te amo nos meus dias nefastos e nos meus dias de sorte.

Eu te amo na árvore frondosa, na montanha majestosa,
na pedra preciosa, nas miríades de estrelas do universo...
eu te amo no pequeno átomo, na imponderável constelação,
eu te amo para além de qualquer humana compreensão.

Eu te amo pelo pouco que sei de ti, pelo muito que ignoro e
por aquilo que somente posso pressentir.

Eu te amo na plenitude da lida, no ocaso da vida...
e depois que eu me for, nas lembranças que porventura eu deixar,
hás de encontrar perfumados e palpitantes restos do que foi o meu amor!
(Autora Fátima Irene)

Eis a nossa homenagem aos corações enamorados e, principalmente, ao grande amor da minha vida...
Imagem:http://www.dreamstime.com

6 de jun de 2009

Crescendo com os erros e acertos



Quando paramos para olhar tudo o que temos feito das nossas vidas;
Vemos e avaliamos o que fizemos de certo ou de errado,
Aperfeiçoamos o que é certo,
e tiramos proveito do que fizemos de errado,

Só não podemos repetir os erros,
Porque na vida as renovações são constantes, mas as oportunidades são únicas.
E nada nessa vida acontece por um passe de mágica.
Não! Os caminhos são escolhidos e traçados por nós mesmos.

Em cada momento triste que nos acontece,
sempre podemos ver no fundo uma fagulha brilhando
que pode acender a qualquer momento,
transformando-se na mais fascinante luz...
É daí que vem a força, a coragem, a certeza de que se pode lutar,
acertar e esperar por um dia melhor,
por um momento feliz, um sorriso iluminado e
por um grande amor...

Simone Anjos

5 de jun de 2009

A velha casa

A velha casa onde morei, me acolheu,
o seu teto abrigou-me da chuva e do sol,
suas paredes protegeram-me do frio e do calor.

Suas janelas permitiram entrar o ar para refrescar-me,
o seu assoalho frio deixou-se pisar por anos,
e nunca reclamou.

Suas paredes guardam segredos jamais revelados,
o seu quarto me esquentou nas noites frias de inverno,
quando chorei na solidão...
e nas noites quentes , quando, apaixonadamente,
entreguei-me aos gemidos de prazer.

A sua varanda viu olhares de cobiça e admiração,
a sua porta se abriu para os amigos e
a sua sala acolheu inimigos.

A velha casa já presenciou de tudo o que podia;
A velha casa já viu nascer e morrer...
A velha casa já viu: a dor, a alegria e o amor...

Simone Anjos
Em um momento de nostalgia...
Imagem: http://www.dreamstime.com/house-imagefree

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