12 de abr de 2010

(...) alimentar ressentimentos, censurar-se, culpar-se com relação ao passado e olhar o futuro com medo são os padrões de pensamento que mais prejudicam. Eles mantêm a doença e o mal-estar dentro do corpo, podendo até mesmo destruí-lo.

O medo é capaz de contribuir para a calvície, para as úlceras, para os problemas do intestino e até para os pés doloridos, entre outras coisas. Se você vive se censurando, pode ficar com tendência à artrite. O ressentimento arraigado corrói o corpo e transforma-se na doença que chamamos câncer.

A culpa sempre procura um castigo e cria a dor.
Sentimos medo porque não confiamos que o processo da vida existe para nos servir. Você sabe que a coisa mais preciosa que temos na nossa vida é a respiração. Se o ar não entrasse mais em seus pulmões na próxima inspiração, você sobreviveria apenas durante três minutos. No entanto, você tem tanta certeza de que sua próxima respiração vai acontecer, que nem pensa nisso enquanto expira.

Se o poder que nos criou nos deu a capacidade de respirar que durará até o fim de nossa vida, por que não acreditar que o resto também nos será dado? Da próxima vez que sentir medo, pense na abundância do ar diga: Confio que o processo da vida cuidará de mim.

A dor crônica provêm de uma culpa implacável, muitas vezes tão encoberta, que não tomamos consciência de sua existência. Para que a dor seja eliminada é preciso dissolver essa culpa. A culpa é uma emoção totalmente inútil. Ela não ajuda ninguém a se sentir melhor nem muda a situação. Liberte-se dessa prisão.

A raiva combinada com a culpa contribui, muitas vezes, para acidentes. Nós sentimos a necessidade de sermos castigados e criamos situações de risco para que isso aconteça. (...)

(...) o passado é passado acabou. Não podemos mudá-lo agora. Mas podemos mudar nossa atitude e nossos pensamentos com relação a ele. É uma enorme perda de tempo ficarmos nos castigando no presente porque alguém nos machucou há tantos anos. Não vale a pena.(...)

(...) É fundamental nos libertarmos de idéias e crenças tolas, antiquadas ou negativas que não fazem nada para nos sustentar, para nos acolher.
O que achamos de nós mesmos, da vida e de Deus precisa nos fazer crescer e não nos anular.

Não importa qual seja a nossa doença. Se escolhermos acreditar que somos vítimas indefesas e que tudo está perdido, o universo nos apoiará nessa crença e estaremos derrotados.

(...) Quando realmente nos amamos, quando nos aceitamos e nos aprovamos exatamente como somos, tudo na vida flui.

É como se pequenos milagres acontecessem por todas as partes. Nossa saúde melhora. Atraímos mais dinheiro. Temos relacionamentos melhores. Começamos a nos expressar de maneira criativa e satisfatória.

(...) Assim, vamos nos libertar da raiva e todas as coisas negativas que acreditamos a nosso próprio respeito e a respeito da vida e começar o processo de aceitação e aprovação de quem e do que somos, aqui e agora. Valorizando cada pequeno avanço, sendo tolerantes com qualquer recuo, recomeçando com confiança. Sabendo que o processo é difícil, porque temos de lutar contra estruturas muito solidificadas, mas que vale a pena e traz muita paz e felicidade.

Louise L. Hay – Texto do Livro “Meditações para a Saúde do Corpo e da Mente”.

Imagem:Assustada cara por Frits Ahlefeldt

Um comentário:

  1. Oi Simone, amiga linda, tudo bem?
    Hoje voltei para ouvir sua seleção de músicas e me identifiquei, pois é o estilo que curto. Você tem sensibilidade, alias, já sabia.
    Sucesso para ti. Bjs.

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