26 de jun de 2011

Energia do Amor


                                                                O tempo todo estamos sendo bombardeados por energias. Talvez você não acredite na força que elas têm, mas vamos parar e pensar um pouquinho...


Não conseguimos ver as ondas de rádio, mas sabemos que existe, pois quando ligamos o  aparelho o som está lá.

Não vemos o raio X mas sabemos que ele existe. Se ficarmos expostos muito tempo numa sala com essa energia, ficaremos doentes.
Quantos tipos de energia que não vemos, mas sabemos que nos atinge...para o bem ou para o mal?
Pois bem, existe uma energia chamada Amor.


Quantas vezes ligamos a televisão e vemos notícias catastróficas?
Quantas vezes xingamos nosso vizinho porque ele não segurou a porta do elevador?

Quantas vezes ficamos irritados com uma fechada no trânsito?
Tudo isso gera uma energia em nós que nos deixa mal...
Chegamos no trabalho ou em casa bufando de raiva...
Isso mesmo: raiva por tantas energias negativas que nos assolam todos os dias
Podemos transformar essas energias com pensamentos positivos.
A energia mais positiva que temos em nós é o amor...
Se treinarmos essa energia que todos nós temos em abundância...teremos dias mais felizes.

Como fazer para praticar esse sentimento?

Abraçando as pessoas que você mais gosta, mas tem que ser um abraço verdadeiro, não aquele de lado como quem já está indo embora.

Dê um sorriso para as pessoas na rua. Muitas vezes elas nos olham e nem sabemos que ela passou por nós.
Quantas vezes queremos dizer: “Eu Amo Você” para seus filhos, sua esposa, sua mãe e não dizemos?
Existem vários tipos de amor: Aquele que sentimos pelos pais, pelo namorado, pelos animais e pelos amigos...
Temos vergonha de dizer e de sentir esse amor, mas não temos vergonha de xingar alguém no trânsito.
Se praticarmos esse sentimento, perderemos a vergonha e receberemos energias que alimentarão nossa alma para enfrentarmos nossos dias agitados.
E poderemos melhorar o sentimento do mundo...Quanto mais energia soltarmos, mais teremos de volta esse amor.
Comece hoje a melhorar sua vida.
Pense em alguém de quem você gosta muito e mande esse texto.
Autor desconhecido.
Nota: recebemos esse texto em PPS sem o nome do autor, sabendo a autoria, favor nos avisar para darmos os devidos créditos.
Imagens pesquisadas na web, havendo direitos autorais, favor nos avisar para darmos os devidos créditos ou as retiramos do blog.

14 de jun de 2011

PRINCÍPIOS DA CURA PRÂNICA

*Por Alfer Sant

De acordo com o mestre filipino-chinês Choa Kok Sui (no livro – Milagres da cura prânica), a cura prânica é uma antiga ciência e arte de curar que utiliza o prana, ou ki, ou energia vital, para curar o corpo físico. È uma das categorias da medicina energética e é um método de cura alternativo que usa a força vital universal como principal forma de cura. Mas - não esqueça- os terapeutas prânicos recomendam, enfaticamente, que se use o método da cura prânica apenas como complemento aos cuidados médicos.

Segundo este autor, o prana, ou ki (os chineses chamam de chi), é a energia vital que mantém o corpo vivo e assevera que a boa saúde é o resultado de termos a quantidade adequada dessa energia fluindo suavemente pelo corpo, enquanto os problemas de saúde ou enfermidades resultam da insuficiência ou do bloqueio dessa energia. É essa energia vital que alimenta todo o corpo, para que ele possa, juntamente com seus diferentes órgãos, funcionar adequada e normalmente. A cura prânica envolve a transferência de energia vital para o paciente, curando-o. Sem o prana, o corpo morre.

Ainda, de acordo com o referido autor, na cura prânica são observados dois princípios básicos; a limpeza e a energização do corpo de energia do paciente com prana ou energia vital. A limpeza é a remoção da energia doente do chacra afetado e do órgão doente, e, pela energização dos mesmos com prana suficiente, a cura realiza-se.

A limpeza deve ser realizada antes da energização por várias razões: facilitar absorção do prana; reduzir o tempo de tratamento e a quantidade necessária de prana; reduzir ou eliminar a possibilidade de uma reação radical; reduzir o risco de lesar os meridianos de energia.

Cabe aqui esclarecer que meridianos de energia são canais de energia do corpo bioplasmático (os clarividentes chamam-no de duplo etérico ou corpo etérico porque ele se assemelha ao corpo físico visível que, no espiritismo, chamamos psicossoma ou perispírito), canais esses (os esotéricos denominam de nadis) que conduzem o prana para os chacras e destes para os órgãos próximos e para todas as partes do corpo. Portanto, é por esses canais que flui o prana que alimenta e fortalece todo o organismo.

A limpeza é necessária para remover a energia doente e desvitalizada de todo o corpo ou da parte ou, ainda, das partes afetadas e para desbloquear os canais de energia. Se houver uma energização sem a limpeza, o paciente pode sofrer uma reação radical, que ocorre quando o corpo toma medidas drásticas para corrigir e normalizar sua condição. É uma reação dolorosa e desconfortável e pode se manifestar com um agravamento inicial dos sintomas, embora o organismo volte a recuperar-se gradualmente.

Quando a limpeza é feita em todo o corpo de energia, ela é chamada de varredura geral. A limpeza realizada em partes específicas do corpo é denominada de varredura localizada. A varredura é uma técnica de limpeza, embora possa ser usada também para energizar e distribuir o excesso de prana, conforme prescreve o autor citado.

Para a destruição da energia suja retirada com a varredura geral ou localizada, visualize uma chama de cor esverdeada ou alaranjada queimando num balde ao seu lado e jogue nela a energia suja. Quando terminar a varredura, apague o fogo visualizando a água de outro balde sendo derramada sobre ele apagando-o e, ao término de toda a atividade, inclusive a energização, lave as mãos com sabão, evitando uma possível contaminação sua ou de outro paciente que você precise atender.

Dois chacras muito importantes na cura prânica são os dos centros das palmas das mãos, e são denominados chacra da mão esquerda e chacra da mão direita, considerados chacras menores, porém, de grande relevância na captação e transmissão de energias sutis ao paciente.

A limpeza ou varredura é feita com as mãos em forma de concha ou com os dedos abertos. A posição das mãos em concha é mais eficaz na remoção de energia doente e a posição de dedos abertos é mais eficaz para pentear e desembaraçar e, depois, fortalecer os raios da saúde ou raios bioplasmáticos com energia limpa. Estes raios formam, em seu conjunto, o que os terapeutas prânico chamam de aura da saúde, que segue os contornos do corpo físico visível (tem 60 cm de largura e, quando a pessoa está doente, os seus raios se curvam, embaraçam e até diminuem), funcionando como um campo de força protetor que defende todo o corpo dos germes e da energia doente que possa existir nas circunvizinhanças.

A energização é realizada absorvendo-se o prana ou energia vital (força vital universal) com uma das mãos abertas voltadas para cima, enquanto com a outra, também aberta, em forma de concha, direciona-se e transfere-se essa energia vital para a parte afetada do corpo do paciente. A depender da gravidade da doença, depende também o tempo dessa operação e, em muitos casos, deve ser realizada algumas vezes, para se obter êxito. Esta técnica tem a grande vantagem porque o terapeuta prânico não transfere somente a suas energias para o paciente, mas capta-as em grandes quantidades do fluido energético universal, apressando a cura, evitando um possível desgaste energético pessoal.

Em alguns casos, como quando a doença é de origem cármica, o tempo apropriado para a cura completa ainda não chegou. Talvez o paciente ainda não tenha aprendido a lição que se supõe, deva aprender. Em geral, o tempo necessário para cura completa ou alívio de doenças simples e graves pode variar de alguns minutos, alguns dias ou meses, como é o caso de doenças crônicas.

Há casos em que a doença pode ser causada por excesso de prana, em área ou áreas localizadas no corpo, por um longo período de tempo. A esse fato dá-se o nome de congestão prânica. Assim, basta tirar o excesso de prana com uma varredura ou limpeza local para se resolver o problema e, nesse caso, a cura é imediata.

Há casos, ainda, em que a doença pode ser causada por falta de energia vital ou prana e a essa condição se dá o nome de depleção prânica. Assim, basta a energização ou transmissão de energia prânica para que o corpo ou parte dele volte a funcionar normalmente, realizando-se também a cura imediata.

Afirma o mestre Stephen Co, o Dr. Eric B. Robins e John Merryman (no livro - Suas mãos podem curá-lo), que o método da cura prânica pode ser usado para curar a própria pessoa, sem a intervenção de um terapeuta prânico. É dizer: a pessoa pode curar-se a si mesma.

Segundo esses autores, são sete as leis básicas da cura energética de si mesmo:

1. Quando a energia flui pelo corpo adequadamente, você tem saúde.

2. Quando há um distúrbio energético no corpo (depleção ou congestão prânica), cria-se um estado de doença.

3. Podemos sentir, aumentar e direcionar o prana do corpo para melhorar a saúde – se formos treinados adequadamente para isso.

4. O corpo sempre tende à homeostase, ou seja, o corpo busca sempre um nível energético equilibrado. Esse estado de equilíbrio, ou saúde, é buscado naturalmente pelo corpo.

5. As doenças se manifestam no corpo energético ante de se manifestar no corpo físico.

6. A cura acontece no corpo energético antes de revelar-se no corpo físico – se for realizada antecipadamente.

7. As causa principais dos distúrbios energéticos que levam a muitas doenças físicas são, freqüentemente, as emoções e os pensamentos negativos armazenados no corpo.

Os passos básicos referentes ao uso do prana na cura de si mesmo, de acordo com os autores acima, são:

1. Eliminação das emoções negativas e das crenças limitadoras – Inclui técnicas para remoção de emoções negativas, medos, lembranças traumáticas, fobias, ansiedades e crenças limitadoras do corpo, no lugar em que eles bloqueiam o fluxo do prana.

2. Respiração prânica – Técnica respiratória para aumentar a capacidade do corpo na absorção de quantidades maiores de prana a ser usado para a energização geral e para tratamentos específicos.

3. Manipulação da energia – Consiste na aplicação de três técnicas específicas da cura prânica: exploração, método pelo qual, com as mãos, você sente e detecta desequilíbrios energéticos; varredura, técnica que elimina manualmente o prana sujo ou congestionado; e energização, processo que consiste em absorver o prana e direcioná-lo a áreas com depleção.

4. Higiene energética -- Controle emocional, recomendações dietéticas, exercícios físicos especiais, práticas respiratórias, meditação, uso adequado do sal como tratamento de limpeza (ficar durante 20 minutos numa banheira com água e sal, ou simplesmente, tomar banho de mar).

5. Meditação – Ajuda a tranqüilizar a mente, acalmar o corpo e a aumentar o fluxo de energia de limpeza e de cura.

6. Exercícios geradores de energia – Exercícios Yogues Tibetanos dão condições de absorver e gerar grandes quantidades de prana de alta qualidade.

Em ambos os casos, de cura de um paciente ou de si mesmo, o terapeuta prânico experiente pode fazer a varredura e a energização com pranas coloridos, usando os mesmos princípios acima descritos, resultando em maior rapidez e eficácia na cura. Assim, quando absorvemos o prana branco e o projetamos em áreas com distúrbio energético, esse prana é decomposto pelo prana do próprio corpo em vários pranas coloridos. Então, devemos formular a intenção (usar o pensamento e a vontade) de energizar com o prana de cor específica. Por exemplo: o prana da cor violeta usa-se para limpeza e energização de qualquer área delicada ou não, e, ao mesmo tempo desinfeta, regenera e aumenta os efeitos sobre os outros pranas (o chacra fonte dessa cor e da violeta-cintilante é o coronário ou da coroa, como o chacra fonte da cor verde, azul e azul-esverdeado é o laríngeo ou da garganta, e da cor vermelha, amarela e laranja é o chacra da base ou básico, etc...).

Em alguns casos, quando eu aplico passe num paciente, na Casa da Fraternidade, na Boca do Rio –Salvador/BA, depois de fazer a varredura com as duas mãos, procuro captar a energia vital do fluido energético universal com uma das mãos e a transfiro com a outra para o chacra coronário do paciente receptor, vez que esse chacra tem a particularidade de transferir parte dessa energia para os outros, equilibrando todo o corpo e, muitas vezes, curando certas partes do mesmo com depleção (claro, com prana da cor violeta ou violeta-cintilante). Na Cromoterapia, a cor violeta é indicada para promover a saúde de todas as células e tecidos, além de possuir as propriedades acima referidas.

Verificamos, então, que no Método da Cura Prânica usam-se como suportes principais as propriedades da Fluidoterapia e da Cromoterapia, sobejamente utilizados nos Centros Espíritas.

A cura verdadeira e definitiva é a do espírito. A reforma íntima, o esforço para o bem, com o cultivo da fé, do estudo, da oração e da fraternidade, são os maiores preventivos de enfermidades e os melhores fatores de segurança para o nosso bem estar (do livro - Fluidos e Passes - coleção: estudos e cursos, elaborados pela equipe do Centro Espírita “Allan Kardec”, Campinas/SP).

NOTA: O propósito deste texto é divulgar o Método da Cura Prânica entre aqueles que utilizam energias sutis (ou ki) para a cura nos Centros Espíritas (médiuns e doutrinadores e/ou passistas) e está baseado nos ensinamentos dos autores dos dois livros citados acima e, assim, aquele que se interessar em maiores informações e/ou aprofundar-se nesse método, deverá estudá-lo nas suas fontes originais.

* Alfer Sant é  pseudônimo usado pelo autor do texto que é mestre em economia, advogado, professor universitário e doutrinador espírita há mais de 40 anos.
 
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9 de jun de 2011

Dicionário da Vida

Pequeno dicionário para se entender profundamente o significado de algumas palavras muito importantes na vida de qualquer pessoa, explicado com o sentimento, sem a formalidade das regras gramaticais ou amarras filosóficas.

Amigo: É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta.

Adeus: É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica.

Amor ao próximo: É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos.

Caridade: É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte.

Carinho: É quando a gente não encontra nenhuma palavra para expressar o que sente e fala com as mãos, colocando o afago em cada dedo.

Ciúme: É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo.

Doutrinação: É quando a gente conversa com o Espírito colocando o coração em cada palavra.

Cordialidade: É quando amamos muito uma pessoa e tratamos todo mundo da maneira que a tratamos.

Evangelho: É um livro que só se lê bem com o coração.

Evolução: É quando a gente está lá na frente e sente vontade de buscar quem ficou para trás.

Filhos: É quando Deus entrega uma jóia em nossas mãos e recomenda cuidá-la.

Fé: É quando a gente diz que vai escalar um Everest e o coração já o considera feito.

Fome: É quando o estômago manda um pedido para a boca e ela silencia.

Entendimento: É quando um velhinho caminha devagar na nossa frente e a gente, estando apressado, não reclama.

Inveja: É quando a gente ainda não descobriu que pode ser mais e melhor do que o outro.

Inimizade: É quando a gente empurra a linha do afeto para bem distante.

Lealdade: É quando a gente prefere morrer que trair a quem ama.

Lágrima: É quando o coração pede aos olhos que falem por ele.

Mágoa: É um espinho que a gente coloca no coração e se esquece de retirar.

Maldade: É quando arrancamos as asas do anjo que deveríamos ser.

Morte: Quer dizer viagem, transferência ou qualquer coisa com cheiro de eternidade.

Perfume: É quando mesmo de olhos fechados a gente reconhece quem nos faz feliz.

Netos: É quando Deus tem pena dos avós e manda anjos para alegrá-los.

Orgulho: É quando a gente é uma formiga e quer convencer os outros de que é um elefante.

Ódio: É quando plantamos trigo o ano todo e estando os pendões maduros a gente queima tudo em um dia.

Perdão: É uma alegria que a gente dá e que pensava que jamais a teria.

Paz: É o prêmio de quem cumpre honestamente o dever.

Obsessor: É quando o Espírito adoece, manda embora a compaixão e convida a vingança para morar com ele.

Pessimismo: É quando a gente perde a capacidade de ver em cores.

Raiva: É quando colocamos uma muralha no caminho da paz.

Preguiça: É quando entra vírus na coragem e ela adoece.

Simplicidade: É o comportamento de quem começa a ser sábio.

Sexo: É quando a gente ama tanto que tem vontade de morar dentro do outro.

Saudade: É estando longe, sentir vontade de voar; e estando perto, querer parar o tempo.

Supérfluo: É quando a nossa sede precisa de um gole de água e a gente pede um rio inteiro.

Solidão: É quando estamos cercados por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto.

Ternura: É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas.

Sinceridade: É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho.

Vaidade: É quando a gente abdica da nossa essência por outra; geralmente pior.

Texto extraido do Livro "O Homem que Veio da Sombra" de Luiz Gonzaga Pinheiro

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5 de jun de 2011

Filhos são Flechas

Dizem que em certa ocasião, uma mulher que levava uma criança nos braços, propôs a Gibran:
“Mestre, falemos dos filhos”.
E ele respondeu:
Seus filhos não são seus filhos.
São os filhos e as filhas dos desejos que a vida tem de si mesma.

Vêm através de vocês, mas não são de vocês e, ainda que vivam com vocês, não lhes pertencem.

Podem dar-lhes seu amor, mas não seus pensamentos, pois eles têm seus próprios pensamentos.

Podem abrigar seus corpos, mas não suas almas, porque suas almas moram na casa do manhã, que nem mesmo em sonhos lhes será permitido visitar.
Podem empenhar-se para ser como eles, mas não tentem fazer como vocês fizeram, porque a vida não anda para trás, nem se detém no ontem.
Vocês são os arcos por meio do qual seus filhos são disparados como flechas vivas.

O arqueiro vê o alvo sobre o caminho do infinito e dobra o arco com toda a força, a fim de que suas flechas partam velozes e para muito longe.

Que o fato de estarem nas mãos do arqueiro seja para suas felicidades, porque, assim como ele ama a flecha que dispara, ama também o arco que permanece firme.
Por isto vocês tiveram a liberdade de amar e a oportunidade de viver e fazerem suas vidas.

Deixem que seus filhos voem sós de seus ninhos quando chegar a hora e não lhes reclamem para que voltem.
Eles os quererão para sempre e terão também seus lares, nos quais, algum dia, ficarão sós, porém terão sido seus lares e suas vidas.

Deixem-os livres.
Amem-os com liberdade, não apaguem o fogo de suas vidas.

Vivam e deixem viver, assim eles os quererão sempre.
(Khalil Gibran)
GIBRAN KHALIL GIBRAN - Foi um poeta libanês, filósofo e artista.  Nasceu em 1883 e morreu em 1931.
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