28 de set de 2011

Os 14 Princípios Espirituais da Cabala

1. Não acredite numa única palavra que ler. Teste as lições aprendidas.

2. Existem Duas Realidades Básicas: Nosso Mundo de 1 Por Cento da Escuridão & o Âmbito dos 99 Por Cento da Luz!

3. Tudo o que uma pessoa realmente deseja na vida é Luz espiritual!

4. O objetivo da vida é a transformação espiritual, passar de ser reativo para ser proativo.

5. No momento de nossa transformação, fazemos contato com o âmbito dos 99 por cento!

6. Nunca – mas nunca mesmo – coloque a culpa em outras pessoas ou em eventos externos.

7. Resistir aos nossos impulsos reativos cria Luz permanente.

8. O comportamento reativo gera faíscas intensas de Luz, mas deixa em seu rastro por fim, a escuridão.

9. Os obstáculos são a nossa oportunidade de nos conectarmos com a Luz.

10. Quanto maior o obstáculo, maior a Luz em potencial.

11. Quando os desafios parecem insuperáveis, injete certeza. A Luz está sempre presente!

12. Mudança interna verdadeira é criada através do poder de DNA das letras hebraicas. (72 nomes de Deus)

13. Todas as características negativas que você identifica em outras pessoas são simplesmente um reflexo de suas próprias características negativas. Somente consertando a si mesmo você pode mudar os outros.

E para terminar:

14. Ama a teu próximo como a ti mesmo. Todo o resto é apenas comentário.

Texto extraído do Livro: “O Poder da Cabala” do Rabi Yehuda Berg.

Para conhecer mais sobre os Ensinamentos da Cabala acesse os sites:
www.kabbalahcentre.com.br
www.kabbalah.info/brazilkab

Imagem pesquisada na web, havendo direitos autorais, favor nos avisar para darmos os devidos créditos ou a retiramos do blog.

21 de set de 2011

Amar se aprende Amando

De hoje em diante todos os dias ao acordar direi:
- Eu hoje vou ser feliz!

Vou lembrar de agradecer ao sol pelo seu calor e luminosidade. Sentirei que estou vivendo, respirando.

Posso desfrutar de todos os recursos da natureza gratuitamente. Não preciso comprar o canto dos pássaros, nem o murmúrio das águas do mar. Lembrarei de sentir a beleza das árvores, das flores.

Vou sorrir mais, sempre que puder.

Vou cultivar mais amizades e neutralizar as inimizades.

Não vou julgar os atos de meus semelhantes ou companheiros, vou aprimorar os meus.

Lembrarei de ligar para alguém par dizer que estou com saudade!

Reservarei minutos de silêncio para ter a oportunidade de ouvir.

Não vou lamentar nem amargar as injustiças. Vou pensar no que posso fazer para diminuir seus efeitos.

Terei sempre em mente que um minuto passado, não volta mais. Vou viver todos os momentos, proveitosamente.

Não vou sofrer por antecipação prevendo futuros incertos, nem com atrasos, lembrando de coisas sobre as quais não tenho mais ação.

Não vou pensar no que não tenho e que gostaria de ter, mas em como ser feliz com o que possuo. E o maior bem que possuo é a própria vida.

Vou lembrar de ler uma poesia e de ouvir uma canção, vou dedicá-las a alguém.

Vou fazer alguma coisa para alguém, sem esperar nada em troca, apenas pelo prazer de ver alguém sorrir.

Vou lembrar que existe alguém que me quer bem.

Vou dedicar uns minutos de pensamento para os que já se foram, para que saibam que sempre serão uma doce lembrança, até que venhamos a nos encontrar outra vez.

Vou procurar dar um pouco de alegria para alguém, especialmente quando sentir que a tristeza e o desânimo querem se aproximar.

E, quando a noite chegar, vou olhar para o céu, para as estrelas e para o luar e agradecer a Deus… porque hoje eu fui feliz!


Texto: Carlos Drummond de Andrade.



Imagens pesquisadas na web, havendo direitos autorais, favor nos avisar para darmos os devidos créditos ou as retirarmos do blog.

19 de set de 2011

FAZ COMO OS PÁSSAROS

Começa o dia cantando.

A música é alimento para o espírito.

Faz como os pássaros

Canta qualquer coisa, canta desafinado, mas canta. Cantar dilata os pulmões e abre a alma para todo o bem que a vida te oferece.

Se insistes em não cantar, pelo menos escuta muita música e deixa-te levar por ela. Ri da vida, ri dos problemas, ri de ti mesmo.

A gente começa a ser feliz quando é capaz de rir de si mesmo. Ri das coisas boas que te acontecem.

Ri abertamente para que todos se possam contagiar com a tua alegria. Não te deixes abater pelos problemas.

Se procurares convencer-te de que estás bem, vais terminar convencido de que realmente estás, e, quando menos pensares, vais sentir-te, realmente, bem.

O bom humor, assim como o mau humor, contagiam.

Qual deles vais escolher? Se estás de bom humor, as pessoas ao teu redor também estarão e isso te dará mais força. Lê coisas positivas. Lê bons livros, lê poesia, porque ler poesia é ter a arte de alimentar a alma.

Lê romances, histórias de amor, ou qualquer coisa que reavive os teus sentimentos mais íntimos e mais puros.

Pratica qualquer esporte.

O peso da cabeça é muito grande e tem que ser contrabalançado com algo!

Além disso, vais sentir-te bem disposto, mais animado, mais jovem.

Encara as tuas obrigações com satisfação.

É maravilhoso desfrutar o que se faz.

Põe amor em tudo o que está ao teu alcance.

Quando te propões fazer algo, entra de cabeça!

Não deixes escapar as oportunidades que a vida te oferece, elas não voltam mais.

Não és tu que estás passando, são as oportunidades que deixastes ir.

Nenhuma barreira é intransponível se estiveres disposto a lutar contra ela. Se os teus propósitos são positivos, nada poderá detê-los.

Não deixes que os teus problemas se acumulem, resolve-os quanto antes.

Fala, conversa, explica, discute e perdoa: o silêncio mata.

Exterioriza tudo, deixa que as pessoas saibam que as estimas, que as amas, que as necessitas.

Amar não é vergonha, pelo contrário, é lindo!

Volta às coisas puras, dedica-te à natureza!

Cultiva o teu interior e ele fará com que brote beleza por todos os teus poros.

Não sejas aborrecido... Tu podes! Todos podemos!

Então... Vamos!!!

VIVE MELHOR!

(Desconheço a Autoria)

NOTA: Recebi essa mensagem por e-mail, sem a autoria, conhecendo o autor, favor nos avisar para darmos os devidos créditos.
Imagens pesquisadas na web, havendo direitos autorais, favor nos avisar para darmos os devidos créditos ou as retirarmos do blog.

17 de set de 2011

PRIMEIRA FOTOGRAFIA DA ALMA HUMANA

Uma operação cirúrgica que se complica uma paciente morta e uma foto misteriosa que oferece uma versão surpreendente do que sucedeu na sala de operações. De fato, pela primeira vez na história se consegue plasmar no papel a imagem da alma humana. Um acontecimento fora do normal revolucionou ao mundo médico e científico, reformulando uma vez mais a possibilidade da vida depois da morte.  (imagem da web)

Tudo começou com uma intervenção cirúrgica num hospital de Frankfurt, Alemanha. A paciente faleceu sobre uma mesa de operações, mas o insólito do caso viria dias mais tarde, quando uma das fotos tomadas durante a operação revelou a existência do espírito da mulher. Tudo isto, pegou por surpresa a pesquisadores e céticos, já que a foto existe e muitos puderam vê-la.

UMA OPERAÇÃO SEM RISCOS

Quando Karin Fischer, uma dona de casa alemã de 32 anos, foi internada no hospital Frankfurt para submeter-se a uma operação, estava muito longe de imaginar a surpresa e as conseqüências que traria sua estadia na sala de operações. De fato, também não suspeitava que fossem seus últimos momentos de vida. A intervenção a que ia submeter-se, ainda que não fosse simples, também não era de alto risco; iam corrigir-lhe umas válvulas defeituosas que tinha implantada no coração. Mas algo saiu mal e uma série de complicações fez com que seu coração deixasse de bater depois de quarenta e cinco minutos do início da operação. Nos controles, o monitor cardíaco assinalava o estado de morte com uma linha reta que percorria a tela. Nenhuma das doze pessoas da equipe viu nada do que revelava a fotografia.

A FOTOGRAFIA SURPRESA

(imagem recebida com o texto)
No momento de seu falecimento, Karin se encontrava rodeada de doze pessoas, todos eles membros da equipe de cardiologia: médicos, técnicos e enfermeiras comprovaram como todos os esforços para tentar reavivá-la eram inúteis. O professor Peter Valentín, diretor do Departamento de Divulgação Didática do hospital também estava na sala de operações. Naquela ocasião sua tarefa consistia em manejar uma câmara de fotos. É muito freqüente que, durante as intervenções, que se fotografe, ou se filme o trabalho dos cirurgiões; a fotografia ou filme é utilizado depois, para a divulgação científica, os arquivos médicos e, sobretudo, para as classes universitárias na faculdade de Medicina.

Também foi o professor Valentín quem, poucos dias depois, depois de recolher o carretel do filme no laboratório e ver as cópias, não pôde conter sua surpresa. Uma das fotografias mostrava, com toda clareza, como uma forma humana, difusa e transparente, elevava-se para o teto com os braços abertos. Era a foto de um espírito e além disso, estava saindo do corpo da falecida! O Papa JOÃO PAULO II recebeu uma cópia e os pesquisadores do Vaticano a estão analisando.

Peter Valentín não saía de seu assombro enquanto escutava as palavras do técnico em fotografia. A foto era autêntica! Um estudo mais profundo e detalhado levava à mesma conclusão: não exisitia montagem, não existia truque algum. Ademais, como se fosse uma ironia, na imagem podia se ver claramente a tela do monitor no momento em que a paciente expirava, coincidindo com o momento em que o espírito saía de seu corpo.

Ninguém tinha visto nada; a alma é invisível aos olhos humanos. O professor Valentín decidiu comentar o caso com o pároco do hospital, um padre bastante lúcido e pouco amante de perder o tempo com trivialidades. Sua primeira reação foi a de exclamar: "Céu Santo, é um alma humana!". O padre fez questão de divulgar a notícia: pela primeira vez alguém conseguia fotografar uma alma. Remeteram-se cópias a muitos centros religiosos de toda Europa, bem como aos maiores estudiosos do tema. A resposta da Igreja foi imediata: o Papa JOÃO PAULO II pediu que se lhe enviasse uma foto para estudá-la nos laboratórios do Vaticano. Não existe ainda uma resposta oficial da Santa Sé; mas a foto já foi recebida e os técnicos de Roma continuam pesquisando. Suas primeiras impressões são positivas: tudo parece indicar que não há truque e que a foto revela a verdade: um espírito humano saindo de um corpo que acaba de falecer.

A CIÊNCIA SE PRONUNCIA

Um dos estudiosos da matéria que recebeu a fotografia é o doutor Frank Müller, cientista alemão que se dedicou a pesquisar exaustivamente o insólito documento. É a primeira vez que se obtém a imagem, da alma humana. Sua conclusão foi definitiva: é a prova que faltava, o que muitos têm procurado desde sempre. Segundo ele, a alma das pessoas tem uma vida eterna depois de deixar o corpo físico. A seu entender, isto é uma confirmação do que é narrado pela Bíblia, e sem truque possível, já que os melhores técnicos estudaram a foto durante várias semanas, com os aparelhos mais sofisticados e o maior interesse.

Para o Doutor Müller, está claro que sempre terá gente cética que se negue a acreditar na evidência, mas também, eles não têm uma resposta convincente, que explique a presença da imagem sobre o papel. É uma questão de extremos onde, uma vez mais, o inexplicável, tem um papel relevante. Não cabe lugar a mais estudos; a ciência demonstrou que é uma fotografia autêntica, sem truques ou montagens de nenhuma espécie. Agora só resta, aceitar as coisas como são sem maiores discussões. Enquanto isso, muitos sugeriram que poderia tratar-se da foto mais importante obtida, em todos os tempos.

Outra prova da imortalidade da alma.

Jairo González

Imagens: Primeira imagem foi pesquisada na web, a segunda imagem recebi junto com o texto, havendo direitos autorais favor nos avisar para darmos os devidos créditos ou as retirarmos do blog.

14 de set de 2011

Cuide do seu bem número Um: Sua Saúde

Robert Wong, um amigo chinês, de grande cultura e um dos maiores consultores do Brasil, me contou que seu pai, igualmente chinês, ensinava a seus filhos que na matemática da vida, a saúde é o número 1.

Tudo o que você tiver, além da saúde, serão zeros que você acrescentará à direita desse número 1.

Assim, se você tiver uma boa família, parabéns, terá 10.

Se tiver bons amigos, parabéns, terá 100.

Se tiver um bom emprego ou uma boa profissão, parabéns, terá 1000.

E o que mais você conseguir na vida serão zeros acrescentados à direita do número 1.

Mas, lembre-se, dizia ele, que sem o 1, sobram apenas zeros.

Lembro-me também, que a consultora Dulce Magalhães contou ter ouvido a seguinte frase: se você não cuidar de seu corpo, onde você pretende morar nos próximos anos?

Assim, cuidar da saúde é fundamental.

Sei que todos nós sabemos disso desde crianças, mas será que realmente transformamos esse conhecimento em ação?

Será que realmente cuidamos da saúde preventivamente e não só depois que ela se manifesta frágil e debilitada?

E será que sabemos que o melhor posto de saúde que existe é o mercado ou onde compramos alimentos e não na farmácia onde adquirimos remédios?

Ou seja, será que escolhemos bem o que comemos e tomamos cuidado com os excessos?

Será que cuidamos para não levar uma vida totalmente sedentária?

A consciência da importância da saúde não basta.

É preciso passar do plano da intenção para o plano da ação e realmente mudar nossos hábitos.

Fazemos check-ups e exames preventivos?

É preciso cuidar do número 1.

Texto de Luiz Marins

Imagem pesquisada na web, havendo direitos autorais, favor nos avisar para darmos os devidos créditos ou a retirarmos do blog.

9 de set de 2011

O QUE A DANÇA ENSINA

Reclamar de tédio é fácil, difícil é levantar da cadeira para fazer alguma coisa que nunca se fez. Pois dia desses aceitei um desafio: fiz uma aula de dança de salão, roxa de vergonha por ter que enfrentar um professor, um espelho enorme, outros alunos e meu total despreparo.

Mas a graça da coisa é esta: reconhecer-se virgem. Com soberba não se aprende nada.

Entrei na academia rígida feito um membro da guarda real e sai de lá praticamente uma mulata globeleza.

Exageros à parte, a dança sempre me despertou fascínio, tanto que me fez assistir ao filme que está em cartaz com Antonio Banderas, Vem dançar, em que ele interpreta um professor de dança de salão que tenta resgatar a auto-estima de uma turma de alunos rebeldes.

Qualquer semelhança com uma dúzia de outros filmes do gênero, inspirados no clássico Ao Mestre com carinho, não é coincidência, é beber da fonte assumidamente.

Excetuando-se os vários momentos-clichê da trama, o filme tem o mérito de esclarecer qual é a função didática, digamos assim, da dança. Na verdade, o simples prazer de dançar bastaria para justificar a prática, mas vivemos num mundo onde todos se perguntam o tempo todo “para que serve?”

Para que serve um beijo, para que serve ler, para que serve um pôr-do-sol? É a síndrome da utilidade. Pois bem, dançar tem, sim, uma serventia. Nos ensina a ter confiança, se é que alguém lembra o que é isso.

Hoje ninguém confia, é verbo em desuso. Você não confia em desconhecidos, e também em muitos dos seus conhecidos. Não confia que irão lhe ajudar, não confia que irão chegar na hora marcada, não confia os seus segredos e não confia seu dinheiro.

Dormindo com um olho aberto e outro fechado, sempre alertas feito escoteiros. O lobo pode estar ao seu lado, vestindo a tal pele de cordeiro.

Então, de repente, o que alguém pede a você? Que diga sim. Que escute atentamente a música. Que apóie seus braços em outro corpo. Que se deixe conduzir. Que não tenha vergonha. Que libere seus movimentos. Que se entregue.

Qualquer um pode dançar sozinho. Aliás, deve. Meia hora por dia quando ninguém estiver olhando, ocupe a sala, aumente o som e esqueça os vizinhos.

Mas dançar com outra pessoa, formando um par, é um ritual que exige uma espécie diferente de sintonia. Olhos nos olhos, acerto de ritmo. Hora de confiar no que o parceiro está propondo.

Confiar que será possível acompanhá-lo, confiar que não está sendo ridículo, nem submisso, esta se criando uma forma diferente e mágica de convivência.

Ouvi uma coisa linda ao sair do cinema: se os casais, hoje, dedicassem um tempinho para dançar juntos, mesmo em casa – principalmente em casa - muitas discussões seriam poupadas.

É uma espécie de conexão silenciosa, de pacto, um outro jeito de fazer amor.

Dançar é tão bom que nem precisava servir pra nada.

Mas serve.

Crônica de Martha Medeiros do livro: Doidas e Santas
Imagem pesquisada na web, havendo direitos autorais, favor nos avisar para darmos os devidos créditos ou a retiramos do blog.

8 de set de 2011

Dar e Receber

Quando eu participava de um grupo em uma casa espírita, todos os meses doávamos alimentos para compor cestas básicas que eram distribuídas às famílias carentes da comunidade. A cada mês, um grupo se encarregava de trazer arroz, outro feijão, e assim por diante, a fim de que se compusesse a cesta

Em determinado mês, coube ao meu grupo trazer café. Nada poderia ser mais simples. Um quilo de café. Não importava a marca. No entanto, a coordenadora nos alertou: “Combinem entre vocês para trazer apenas café solúvel. Porque as pessoas reclamam que receberam um tipo e as outras de outro. Então, é melhor que seja tudo igual”.

Por muito tempo, refleti sobre isso. As famílias eram carentes, recebiam cestas de alimentos que com certeza supriam suas necessidades imediatas. Então por que reclamavam? Afinal, não pagavam nada!

Um dia, me caiu nas mãos um livro intitulado “Trapeiros de Emaús”. Contava a história de uma comunidade iniciada por um padre, para pessoas que eram o que chamaríamos de “Sem Teto”. Um trecho me chamou a atenção. O padre contava suas experiências em caridade.

Quando menino, ele costumava acompanhar seu pai que todos os meses, doava um dia de seu tempo para atender pessoas carentes. O pai era médico, mas como já havia quem atendesse as pessoas nesse setor, ele se dedicava a cortar cabelos, profissão que também exercera.

O menino percebia que embora seu pai executasse seu serviço de graça e com amor, as pessoas reclamavam muito. Exigiam tal ou tal corte e às vezes quando iam embora, xingavam o pai porque não haviam gostado do corte. Mas o pai tinha uma paciência infinita, tentava atender ao que lhe pediam e jamais revidava as ofensas, chegando até mesmo a pedir desculpas, quando alguém não gostava do trabalho que ele realizara. Então, um dia, o menino perguntou ao pai porque ele agia assim. E por que as pessoas reclamavam de algo que recebiam de graça, que não teriam de outra forma.

Para essas pessoas, disse o pai, receber é muito difícil. “Elas se sentem humilhadas porque recebem sem dar nada em troca. Por isso, elas reclamam, é uma maneira de manterem a autoestima, de deixar claro que ainda conservam a própria dignidade”.

“É preciso saber dar, disse o pai. Dar de maneira que a pessoa que recebe não se sinta ferida em sua dignidade”.

Depois li um livro de Brian Weiss em que ele contava que uma moça estava muito zangada com Deus. A mãe dela morrera, depois de vários anos de vida vegetativa, sendo cuidada pelos outros como um bebê indefeso.

“Minha mãe sempre ajudou os outros, nunca quis nada receber nada, não merecia isso”, dizia ela.

Então, ela recebeu uma mensagem dos Mestres: “A doença de sua mãe foi uma benção, ela passou a vida ajudando os outros, mas não sabia receber. Durante o tempo da doença ela aprendeu. Isso era necessário para sua evolução”.

Depois de ler esses dois livros, comecei a entender a atitude das pessoas que reclamavam do que recebiam nas cestas básicas. E comecei também a refletir sobre essa frágil e necessária ponte entre as pessoas que se chama “ Dar e Receber”.

Quando ajudamos alguém em dificuldade, quando damos alguma coisa a alguém que necessita, seja material ou “imaterial”, estamos teoricamente em posição de superioridade. Somos nós os doadores, isso nós faz bem e as vezes tendemos a não dar importância à maneira como essa ajuda é dada.

Por outro lado, quando somos nós a receber, ou nos sentimos diminuídos, ou recebemos como se aquilo nos fosse devido. E quantas vezes fizemos dessa ponte uma via de mão única?

Quantas vezes fomos apenas aquele que dá, aparentemente com generosidade, mas guardamos lá no fundo nosso sentimento de superioridade sobre o outro... ou esperando sua eterna gratidão. E recusamos orgulhosamente receber, porque “não precisamos de nada, nem de ninguém”... ou porque temos vergonha de mostrar nossa fragilidade, como se isso nos fizesse menores aos olhos dos outros.

E quantas vezes fomos apenas aquele que tudo recebe, sem nada dar em troca, egoisticamente convencidos de nosso direito a isso.

A Lei é:

“Dar com liberalidade e receber com gratidão” . Ensina São Paulo.

Que cada um de nós consiga entender as lições de “Dar e Receber” e agradeça a Deus as oportunidades de aprendê-las.

Luz, Paz e Amor para você.

Texto de Tania Vernet

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