2 de jun de 2012

Muitas Vidas, Muitos Mestres

Acredito que não somos somente humanos, nem mesmo seres humanos que, eventualmente,  desfrutam de experiência espirituais,  mas seres espirituais que têm experiências humanas.

Possuímos diversas dimensões que podemos vivenciar  e das quais podemos usufruir.

Temos em nosso espírito, possibilidades acima do tempo e das limitações físicas e há muitas formas de entrarmos em contato com o Eu Superior que abrigamos.

Trata-se de caminho no qual quanto mais avançamos, mais nos tornamos capazes de alcançar graus cada vez mais altos de espiritualidade.

Quanto mais profundamente nossa prática de meditação nos leva, mais nos distanciamos do plano físico das aparências e tentações, da importância que damos às frustrações, aos rancores e ressentimentos e mais e mais nos envolvemos que este Eu Superior, com esta infinita capacidade em AMAR.

Por consequência em aceitarmos esta nova visão de vida e do mundo e compreendermos esse amor que está dentro de nós ao possuir esse dom  tão precioso e repleto de beleza, nos sentimos seres dignos de ser amados e alcançar a felicidade. Somos sim, seres luminosos e iluminados destinados à eternidade.

A espiritualidade que cura e traz esse equilíbrio  é essa capacidade de amar e sermos amados.

É o que nos devolve ao mundo, munidos de habilidades impressionantes, menos sujeitos  a inibições e constrangimentos, o subconsciente  é uma matriz de criatividade e de respostas intuitivas. Criatividade e intuição, duas fontes de realização,  mas que, habitualmente, subestimamos ou mesmo  reprimimos.

A verdadeira cura e o nosso verdadeiro equilíbrio dependem de nos reencontramos com nossa  essência espiritual.

Sem a mágoa e o rancor trazidos  de muitas e muitas brigas, ao longo dos anos  de experiência conjuntas no  pretérito, poluindo a capacidade de amar entre dois seres; muitos atritos  aparentemente irreversíveis podem e devem ser resolvidos com uma declaração  fraterna e incondicional  de amor, com um abraço espontâneo e sincero dado do fundo do  coração ou da alma!

A Espiritualidade Maior está na maneira como a buscamos e de como estamos preparados. Voltados para o nosso íntimo,  somos responsáveis  pelo nosso próprio  aprendizado de paz,  do perdão e do exercício incondicional do amor. Ele não deve ser postergado fazendo com que percamos tempo por demais precioso para alcançarmos a felicidade que nos é destinada.

Não há outra maneira de aprender,  a não ser nos conhecendo e transformando nossos medos em força e alegria, por intermédio do Perdão e do Amor. Essa é a primeira e  principal  lição. Nossa tarefa no plano físico é aprender.

Aprender no sentido mais amplo mais ilimitado:

Aprender a AMAR!
Amar e perdoar aos outros e a nós mesmos.
Esse é o conhecimento que nos torna Divino.
O único que pode nos alimentar e nos oferecer realizações.
Você é muito maior que seu corpo, maior que  sua mente.
Você é um maravilhoso Ser de Luz e de Amor, Imortal e Eterno.
Você é maior que seus medos,  do que sua  ansiedade, seus rancores, suas preocupações.
Você é até mesmo maior que seu sofrimento.
Você está sempre rodeado de Amor,  recebendo vibrações de um Amor que pode protegê-lo e confortá-lo. Que pode alimentá-lo e receber realizações.
E você pode sentir e até visualizar o Amor que lhe envolve.

Pode reencontrá-lo nas profundezas de sua essência,  na sua imensidão interior, de onde você sempre consegue olhar o mundo e sentir-se capaz de torná-lo  um lugar mais  feliz  para você e para os demais que comungam  de sua existência…

Apenas o poder do Amor!

Texto baseado no livro “Muitas Vidas, Muitos Mestres” de Dr. Brian Weiss.
 Leia OS IMORTAIS
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